Museu Imaginário
















No meu museu imaginário há comboios que dançam. Rodopiam sobre linhas serpentes e a deixar curvas e contra-curvas atrás de si.

E recomeçam no fim de cada linha, repetem movimentos entre sombras e luz. Abrem e fecham os braços para acolher e levar, no seu amâgo azul cor do céu, amores instantâneos e ansiedades em corpo de passos apressados.



















© Texto e fotos Luís Conde
Lisboa, Outubro 2014
Bailarinas: Cris Aysel e Sara Toscano