Ser tangível...

Um só gesto de uma bailarina pode transportar-me para um qualquer lugar.
Um lugar solúvel no tempo e no espaço como o imaginário tangível desperto pelo girar de uma boneca numa caixa de música.
As imagens sucedem-se a desfiarem-se no ritmo de mais e mais gestos, movimentos em corpo de música.

Um salto no desconhecido, como metáfora da minha abordagem à fotografia de retrato. Quero de ti o inerente, o intrínseco, corpo em forma de história, desfiado em emoções, como que contado em estrofes compostas pelo olhar.



A single movement of a ballerina can carry me for anywhere.
A soluble place in time and space such as the tangible imaginary awaked by spinning a doll in a music box.
Images succeed to unravel on the rhythm of more and more gestures, movements at a body music.

A leap into the unknown, as a metaphor of my approach to portrait photography. I want from you the inherent, the intrinsic, body in story form, shredded on emotions, as be told in strophes composed by the look.




































© Luis Conde